A garota que consertou o flag football feminino americano

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Não foi o poutine.

Quando Sam Rapoport cruzou a fronteira do Canadá para os EUA em 2003. Ela estava acostumada com um sistema que respeitava seu esporte. De volta para casa em Ottawa? O ensino médio tinha um time sancionado. Sem piadas. Sem margens. Apenas o jogo.

Aqui. Foi motivo de risada.

“Eu não conseguia acreditar que o flag football feminino simplesmente não existisse”, diz Sam.

Isso a deixou perplexa. Como poderia o país com a NFL – o padrão ouro global para o futebol americano – deixar de ter uma liga legítima para meninas.

Algo parecia errado.

Sam não apenas reclamou. Ela tinha vantagem. Como executiva da NFL, ela sabia como funcionava o maquinário. Então ela consertou. Em 2009, ela lançou o programa NFL Girls’ Flag Football Leadership.

Sua estratégia era estranha para a América corporativa.

Ela ignorou os conselhos escolares.

Em vez de. Ela procurava garotas obcecadas. Aqueles que amavam o esporte mais do que as probabilidades faziam sentido.

“A ideia não era pressionar as escolas”, explica Sam no The Huddle. É um podcast sobre esportes. Suor. Conversa de verdade. “Era para encontrar seis meninas… e dar-lhes as ferramentas para apresentarem ao seu diretor atlético.”

Deixe os jogadores fazerem lobby em suas próprias escolas.

Funcionou.

Seis estados aderiram imediatamente. Agora, vinte e um sancionaram o esporte. Nova Jersey aderiu apenas este mês.

“Está se espalhando como um incêndio.”

Sam espera que todos os cinquenta estados sigam o exemplo. Breve. Talvez no próximo ano.

É engraçado pensar nisso. A mesma liga que ignorou o esporte durante décadas agora o vê explodir em todo o país. Uma mudança que ela previu acontecer aos doze anos. Agora ela está vendo isso acontecer para todos.