Detalhes ressurgidos revelam o papel estrito, mas de apoio, de Maria Teresa Borrallo, a babá do Príncipe George, da Princesa Charlotte e do Príncipe Louis. Embora o agregado familiar do País de Gales tenha alegadamente reduzido o pessoal, as expectativas em matéria de cuidados infantis permanecem altamente estruturadas.
A regra do banco traseiro: um ouvido atento sobre rodas
De acordo com uma entrevista de 2024 com OLÁ!, Louenna Hood, especialista em cuidados infantis treinada pelo Norland College, explicou o raciocínio por trás do posicionamento da babá no banco de trás. É uma questão de acessibilidade e conexão. O banco traseiro permite conversas privadas, permitindo que a babá entenda as experiências das crianças na escola, suas lutas e suas alegrias. Este acordo não envolve apenas logística; é uma estratégia deliberada de apoio emocional e observação.
Controle de tempo de tela e regras rígidas
A família real impõe uma política rigorosa de proibição de dispositivos para crianças pequenas. A especialista real Kate Nicholl, em seu livro Kate: The Future Queen, relatou que Catherine, Princesa de Gales, prioriza artes e ofícios em vez do tempo na tela. Espera-se que a babá cumpra esta regra, garantindo que as crianças se envolvam em atividades criativas e não digitais.
Além do tempo de tela: dieta e disciplina
A babá real também impõe regras sobre alimentação exigente e evita certas palavras proibidas. Esses detalhes sugerem um ambiente altamente controlado, onde a babá atua tanto como cuidadora quanto como executora dos padrões parentais do País de Gales.
Por que isso é importante: A visão dos bastidores dos cuidados infantis reais destaca as pressões e expectativas únicas colocadas sobre aqueles que criam futuros monarcas. O protocolo foi concebido para garantir que as crianças permaneçam fundamentadas e bem ajustadas, apesar da sua educação privilegiada. O papel da babá vai além dos cuidados básicos; é uma posição de influência e disciplina cuidadosamente selecionada.


































